Villiers de L'Isle-Adam - Claire Lenoir (2013)
Brochura, em papel pólen soft 80gr, 174págs.
Formato: 20,5x14cm.
Tiragem de 40 exemplares.
Tradução e prefácio de Camilo Prado.

R$ 30,00 (+ R$4,00 - registro módico)

"Claire Lenoir foi publicada pela primeira vez em 1867, com o título Histoires moroses: I. Claire Lenoir, na Revue des Lettres et des Arts, da qual Villiers foi o redator chefe. A novela saiu em capítulos espalhados pelos 25 volumes editados entre 13 de outubro de 1867 e 29 de março de 1868.
  Posteriormente foi incluída, com algumas alterações, no livro Tribulat Bonhomet de 1887, obra que reúne outros quatro contos com o sádico, cínico e bizarro personagem: Doutor Tribulat Bonhomet.
  Escrito segundo a “estética” de Allan Poe, Claire Lenoir é uma dessas obras únicas que só o século XIX poderia ter criado, e que só um obsessivo idealista como Villiers poderia ter escrito. Irônica, filosófica e mórbida, mescla muito singular que, aliada a sua estranha estrutura, lhe dá esse caráter de originalidade própria de um escritor que foi um dos mestres da geração decadente-simbolista."
  
"Um romance único neste século. Uma genial mescla de ironia, metafísica e terror."
Paul Verlaine

"Grande, admirável e trágica bufonaria, onde convergiram, para aí fazer talvez a criação mais original do século, todos os dons do sonhador, do ironista e do filósofo."
Remy de Gourmont

"Admirável criação do arquétipo do positivismo moderno."
Gustave Guiches

"Ele criou uma espécie de fantástico novo, o fantástico científico."
Georges Rodenbach

"Bonhomet... é um profanador de sepulturas, um escavador de abismos, um transgressor de interditos — o contrário de um burguês."
Jean-Paul Bourre


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Flores fúnebres - Villiers de L'Isle-Adam (2009)
Brochura, miolo em papel pólen bold 90gr, 86págs.
Formato: 20x12,5cm.
Tiragem de 50 exemplares.
Tradução, introdução e notas de Camilo Prado.

TIRAGEM ESGOTADA:
NOVA EDIÇÃO EM BREVE

"Os contos aqui selecionados dão uma mostra da diversidade da crueldade em Villiers. Não vou dissecar os contos, nem indicar onde se encontra seu caráter cruel, pois creio que isso pode ameaçar o prazer da leitura; limito-me, no entanto, a indicar que três contos desta seleção fogem às características do cruel: em É de se confundir!, Lembranças ocultas e A incompreendida. Isso para o leitor não pensar que a escrita de Villiers se reduz a estampar formas de crueldade; digamos que isso nele é apenas uma forte característica. Há muitas outras: a filosófica, a poética, a política, etc. O que é relevante afirmar, repito, é que nenhum outro contista escreveu tantos contos cruéis como ele. Daí ser um título muito bem acertado o de Contes cruels para sua primeira reunião de contos, publicada em fevereiro de 1883. Além disso, Villiers escreveu poesias, teatro e romances, além de uma infinidade de outros textos diversos, onde a crueldade e o sarcasmo também estão presentes, mas não em tão alto relevo como em seus contos." [Camilo Prado].
[Contos: A tortura pela esperança / É de se confundir! / Lembranças ocultas / Flores fúnebres / O tratamento do Doutor Tristan / Os bandidos / Vox populi / A incompreendida / O assassino de cisnes].

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