Karl Jaspers - O Trágico (2012)
2a. edição. Brochura, em papel pólen soft 80gr 112págs.
Formato: 20,5x14cm.
Tiragem de 50 exemplares.
Tradução de Ronel Alberti da Rosa.
Introdução de Maria Cecília de Miranda N. Coelho.


R$ 20,00 (+ R$5,00 - registro módico)
Aquisição: edicoes.nephelibata@gmail.com


“Pela primeira vez, no Brasil, publica-se O trágico, de Karl Jaspers. Ao trazer a público a cuidadosa tradução de Ronel Alberti da Rosa, as Edições Nephelibata contribuem de modo importante, colocando à disposição, em língua portuguesa, um texto relevante, sobremaneira, nas áreas de filosofia, teatro e literatura, nas quais se constata, felizmente, uma demanda crescente por obras desta natureza.” [Maria Cecília de M. N. Coelho]


“É próprio do homem como tal lançar o olhar no fundamento da verdade. A verdade está sempre nele e para ele por meio de uma linguagem, por mais tosca e obscura que ela seja. Com o filosofar metódico, deu-se um salto. Este salto, porém, não faz com que esteja errada a consciência de verdade que antes satisfazia o homem. Aí residem as originárias concepções espirituais que, partindo da mais imemorial tradição, transmitiram ao homem a verdade na forma de imagens, ações e estórias. A força dos mitos, a autoridade das revelações e a severidade da vida são realidades.” [Karl Jaspers]

Karl Jaspers (1883-1969) estudou primeiramente direito, depois medicina, tendo feito seu doutoramento na Universidade de Heidelberg. Durante sua residência na clínica psiquiátrica de Heidelberg, em 1913, especializou-se em psicologia. A partir de 1916 passou a lecionar na cátedra de psicologia, e, após 1921, na de filosofia. Em 1937 foi destituído de seu cargo, que só recuperou em 1945. De 1948 até sua morte, em 1969, foi professor titular de filosofia na Basiléia.

 

Jean-Yves Béziau - Tendências Atuais da Filosofia (2004)
2a. edição. Brochura, miolo em papel pólen bold 90gr, 100págs.
Formato: 20x12cm.
Tiragem de 60 exemplares.
Edição bilíngüe: francês/português.
Tradução de Camilo Prado.

[esgotado]


"Hoje a filosofia oscila entre dois pólos opostos, de um lado um discurso sofisticado e universitário que não trata mais do que de alguns problemas bem particulares, de outro o termo serve para designar qualquer coisa: desde a filosofia da empresa aos delírios das seitas religiosas. A filosofia universitária encontra-se ela mesma dividida em muitas correntes que se pode caricaturalmente separar em duas: a filosofia analítica e a filosofia tradicional, dualismo freqüentemente apresentado de maneira geopolítica: filosofia continental versus filosofia anglo-americana. Aliás, esta última divisão faz aparecer claramente um vazio: não haveria alhures outra filosofia? Contudo, é principalmente neste outro lugar que mergulha a filosofia não universitária, notadamente com sua tendência new-age que se embriaga de “filosofia” oriental."
Jean-Yves Béziau é Doutor em Lógica Matemática (Universidade de Paris 7) e Doutor em Filosofia (USP). Foi pesquisador na França, Polônia, Califórnia e no Brasil. Atualmente é Professor da Fundação Suíça de Pesquisas no Instituto de Lógica da Universidade de Neuchâtel na Suiça.




Michel Foucault - Omnes et Singulatim (2011)
Brochura, em papel pólen bold 90gr, 84págs.
Formato: 20x13cm.
Tiragem de 60 exemplares.
Tradução e apresentação de Selvino J. Assmann.


R$ 18,00 (+ R$6,00 - registro módico)
Aquisição: edicoes.nephelibata@gmail.com


"Omnes et Singulatim, apresentado em conferência de duas partes em 1979, e publicado em francês em 1981, revela-se como texto particularmente importante entre as dezenas de “ditos e escritos” do autor. Nele, Foucault apresenta, em linhas gerais, o poder pastoral, relação de poder inaugurada pela tradição judaico-cristã, conservada e transformada em modelo de exercício do poder na modernidade."

Selvino J. Assmann (tradutor), natural de Venâncio Aires (RS), tem mestrado e doutorado em filosofia pela Pontifícia Universidade Lateranense de Roma. Há bons anos é docente de filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina (Florianópolis). Além de ser docente permanente da graduação em Filosofia, trabalhou na pós-graduação em Educação, e atualmente está vinculado à pós-graduação em Filosofia e ao Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas. Dentro da filosofia, sobretudo se interessa pela temática da ética e da filosofia política, dentro da qual tem escrito artigos em revistas e livros, e a partir da qual vem mantendo freqüente interlocução com outras áreas de conhecimento.




Celso R. Braida - Scismas (2008)
3a. edição. Brochura, em papel pólen bold 90gr, 64págs.
Formato: 20x12cm.
Tiragem de 50 exemplares.


R$ 12,00 (- registro módico, incluso)
Aquisição: edicoes.nephelibata@gmail.com


"Em Scismas, Celso Braida exagera na falta de “bom gosto” e na quebra das regras do “bem pensar” profissional. Aforismos repletos de insinuações e provocações. O que é insinuado: que falta radicalidade no pensamento atual. O que é provocado: a rebeldia e a ousadia dos lúcidos. Trata-se de uma tentativa de ruptura das fixações configuradoras da nossa atual forma de vida".





Celso R. Braida - Exercícios de desilusão (2012) 
Brochura, em papel pólen soft 80gr, 208págs.
Formato: 20x14cm.
Tiragem de 40 exemplares.
Com sobrecapa solta.

R$ 26,00 (- registro módico, incluso)

“Aqui não se levantam pretensões de verdade, não se defendem teses, nem se expõem opiniões: o que se faz é propor exercícios de pensamento, tal como um mestre propõe exercícios físicos para aprimorar e desenvolver habilidades corporais. Aqui e lá não se devem confundir os exercícios com o conteúdo e o objetivo para os quais as habilidades são aprimoradas. Uma vez feitos os exercícios e adquiridas as habilidades, deve-se viver e agir e pensar espontaneamente. Embora aqui o treinamento se faça em meio aos acontecimentos, eles não se confundem com o que está em jogo. No caso do pensar, é fácil confundir o exercício com o seu exercício. Todavia, há uma grande diferença entre excitar e exercitar o pensamento; e ainda maior entre exercitar e exercer o pensar. Hoje, por todos os lados e de todas as maneiras somos excitados no pensamento, o que não significa que o exerçamos.”

"A terra e a vida brotando da terra, isso é o que há. Você também é terra e vida que brotou da terra. Veja o Pinheiro no descampado, ele é vida nascida da terra, é terra viva. Agora olhe para você e sua condição. Embora seja terra viva, sua vida é muito diferente, pois além de ser terra viva, você vive esta vida conforme a uma forma de vida que lhe foi implantada no seu corpo por sua comunidade. Esta forma de vida é o que eu chamo de Implante. Diferente do Pinheiro, cuja vida é vida tão somente, você, corpo vivo, é o suporte e o sustentáculo do Implante denominado Cultura."

Celso R. Braida, natural do Campestre da Água Negra, é professor de filosofia, tradutor, nômade, além de pensador amador. Tem diversos trabalhos publicados, entre os quais destacam-se a tradução de textos de Schleiermacher, Hermenêutica: arte e técnica da interpretação (Vozes, 1999) e  Três Aberturas em Ontologia: Frege, Twardowski e Meinong (Nephelibata, 2005).







Três Aberturas em Ontologia:
Frege, Twardowski e Meinog (2005)
Brochura, em papel pólen soft 80gr, 148págs.
Formato: 20x14cm.
(2a.) Tiragem de 30 exemplares.
Tradução e apresentação de Celso R. Braida.

R$ 30,00 (+ R$4,00 - registro módico)

"Frege, Twardowski e Meinong, aqui traduzidos, foram pioneiros em filosofia e suas obras abriram novos caminhos ainda hoje percorridos. Os três textos apresentam, em miniatura, o estilo e a orientação principal do pensamento filosófico desses autores. Esses textos fazem parte das raízes das correntes filosóficas mais importantes do século XX e, embora tenham sido escritos a mais de 100 anos, ainda hoje fazem sentido e instigam a pensar.
Nas assim chamadas ”teorias dos objetos” encontram-se cifradas suposições ontológicas. Os três textos aqui traduzidos exemplificam essa afirmação e constituem assim três aberturas ontológicas." [Celso R. Braida].

[Textos presentes no volume: G. Frege: Leis básicas da Aritmética, Prólogo; K. Twardowski: Sobre a doutrina do conteúdo e do objeto das representações (§§ 1-7); A. Meinong: Sobre a teoria do objeto.]

Celso R. Braida é professor de filosofia na UFSC, tem diversos trabalhos publicados entre os quais destacam-se a tradução de textos de Schleiermacher, Hermenêutica: arte e técnica da interpretação (Vozes, 1999), e o livro Scismas, (Nephelibata, 2002).



Acerca dos Vários Modos Segundo os Quais as Coisas são Ditas (Metafísica V) Aristóteles (2006)
Brochura, em papel pólen soft 80gr, 126págs.
Formato: 20x14cm.
Tiragem de 60 exemplares.
Edição bilíngüe: grego/português.
Coordenação da tradução e prefácio de Luís Felipe Bellintani Ribeiro.

[esgotado]

O livro V da Metafísica é o livro das "definições". Uma espécie de dicionário com a definição de 30 termos mais importantes da filosofia (Princípio, Causa, Elemento, Natureza, etc.). Trata-se, portanto, de um livro de suma importância para os estudiosos de Aristóteles e demais interessados em filosofia antiga.

"A presente edição é fruto de um trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Filosofia Antiga do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina, coordenado pelo professor Luís Felipe Bellintani Ribeiro e com a participação de alunos de graduação e pós-graduação."


Nephelibatas em movimento